
«O crescente prestígio do roteirista no audiovisual marca e define uma “nova era” incondicionalmente distinta de outras no Brasil. Validar a Era dos Roteiristas é trazê-los parte integrante da História e de suas histórias. É de alguma forma fazer com que assinem a punho autoral a independência das letras cinematograficamente elaboradas, sem tirar do diretor, de forma alguma, a primazia da utoria audiovisual» Gláucia Davino y Fernanda Bellicieri

«A terceira edição dos seminários (2012) está relacionada ao crescente prestígio do roteirista do audiovisual no Brasil e no mundo e às necessidades mercadológicas e artísticas desencadeadas pela multiplicidade de formatos de concepção, produção, distribuição e recepção de mensagens nos formatos, tamanhos e proporções mais diversos» https://sites.google.com/site/2011roteiristas/home

«No contexto contemporâneo a diversidade potencial ampara a ideia do poder de expansão e democratização dos domínios de produção e exibição audiovisual [câmeras, sistemas de edição e canais livres de exibição], no entanto mantém a dependência do acesso aos recursos tecnológicos, ainda limitados mundialmente» (Glaucia e Fernanda)


«Atualmente, estamos imersos nas mediações em que auditivo e visual são predominantes mundialmente e o entretenimento não foge deste parâmetro. No Brasil, tem sido crescente o número de produções nacionais para o cinema, a TV e a internet. Por isso, a elaboração do roteiro vai depender do tema, do estilo e visão pessoais do autor, dos produtores, das relações comerciais, financeiras e particulares que envolvem a produção e distribuição finais. Roteiro e produto dependem reciprocamente um do outro e os fatores envolvido no todo.» https://sites.google.com/site/2015historiasroteiristas/

«Os filmes, os livros, os contos se encerram no último frame, na última linha, no último ponto. Mas, as histórias nunca acabam, elas se perpetuam nas intertextualidades, nas mentes, nas novas criações, nas suas extensões, nas experiências vivas; elas evoluem – movimentos contínuos em ciclos espiralados. Como num seriado de diversos episódios, personagens vão, personagens chegam, fazem, desfazem, outros reagem, forças externas a eles podem intervir nas suas condutas e assim por diante; outros novos movimentos simultâneos e as reverberações de experiências passadas vão constituindo essa grande massa viva, as histórias dos roteiristas, as histórias que eles criam e as que eles vivem.» https://sites.google.com/site/2016seminarioroteiristas/